sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Cor definitiva dos olhos. A partir de quando?
Quando falamos da cor dos olhos falamos da cor da íris. Na sua estrutura, existem fundamentalmente duas camadas: uma posterior que é muito pigmentada em todas as pessoas (epitélio pigmentado da íris) e que serve para filtrar a entrada da luz no olho, e uma anterior chamada estroma em que a quantidade de pigmento é variável de pessoa para pessoa. É justamente o pigmento do estroma que confere a cor aos olhos. O pigmento do estroma aumenta após o nascimento por acção da luz (tal como acontece na pele).
Uma criança com um ano de idade tem normalmente metade do pigmento final na sua íris, e só por volta dos três anos existe o pigmento definitivo.
Assim, pode-se dizer que, em crianças com íris escura ao nascimento, essa cor será praticamente definitiva, mas em recém-nascidos com íris clara, a cor definitiva dificilmente estará definida antes de um ano de idade e poderá escurecer ainda mais até aos três anos.
É preciso acrescentar que mesmo depois da infância a cor dos olhos pode mudar e que há doenças e medicamentos que fazem mudar a cor dos olhos em qualquer altura da vida.
Visão no recém-nascido
o que consegue ver o recém-nascido?
O recém-nascido , sem alterações patologicas, vê formas desfocadas e distingue linhas de fronteira entre os objectos.
O recém-nascido , sem alterações patologicas, vê formas desfocadas e distingue linhas de fronteira entre os objectos. As imagens são manchas pretas e brancas e em tons de cinzento. Devido à imaturidade das células nervosas da retina e do córtex cerebral, a acuidade visual ao nascimento é muito baixa. Estima-se que seja correspondente a cerca de 0,5/10.
As reacções aos estímulos visuais são muito rudimentares, onde a localização espacial faz-se efectuando movimentos lentos da cabeça e dos olhos no sentido do estímulo visual.
No entanto, a função visual evolui muito rapidamente nos primeiros dois a três meses de vida. Por um lado as estruturas oculares sofrem rápidas melhorias funcionais e por outro lado ocorre uma rápida evolução no funcionamento do córtex visual que é provocado pelo estímulo visual.
PRAIAS FLUVIAIS
DESCUBRA A NATUREZA E MERGULHE À DESCOBERTA
SECARIAS ( CASCALHEIRA )
Praia fluvial nas margens do rio Alva, junto a um açude. Tem muita sombra, proporcionada pela galeria ribeirinha de amieiros. Com vastos espaços verdes, estacionamentos e bons acessos. |
BENFEITA
Junto à Serra do Açor, esta praia fluvial é contígua a um parque de campismo e convida a momentos de descanso e lazer. Possui uma bela envolvente natural e tem disponíveis bons equipamentos de apoio e segurança.
ILHA DO PICOTO ( AVÔ )
Praia Fluvial de Avô, situada na zona marginal do Rio Alva, junto à Ilha do Picoto: piscina infantil alimentada com água do rio, zonas de relvado, parque de merendas, balneários e passeios pedestres.
COJÂ ( CANEIRO )
Praia fluvial de Coja , mais conhecida como caneiro.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A RADIAÇÃO SOLAR
- Pode apanhar-se um “escaldão” num dia nublado?
Sim. Ainda que a nebulosidade atenue a radiação UV, a radiação difusa é suficientemente intensa para originar eritema a menos que as nuvens sejam baixas e espessas. - Muito sol é perigoso qualquer que seja a idade?
Sim. A pele humana e o sistema imunológico são sensíveis à radiação UV ao longo de todo o seu ciclo vida. - O protetor solar protege e por isso pode ficar-se mais tempo ao sol?
Não. Os protetores solares protegem, mas a sua eficiência decresce após a sua aplicação, pelo que não se deverá permanecer ao sol mais do que o FPS garante. - Deve evitar-se a exposição ao sol entre as 11 e as 16 h?
Sim. A maior elevação do sol provoca uma radiação UV mais forte durante estas horas do dia. - Se não se sentir calor na exposição ao sol poderá apanhar-se um “escaldão”?
Sim. A radiação UV pode não ser sentida pelo indivíduo devido à sua absorção nos níveis mais exteriores da pele, mas pode provocar eritema. - A radiação UV para além da pele também pode afetar os olhos?
Sim. O “escaldão” é talvez o mais comum dos efeitos, mas a radiação UV pode, entre outras afetações, causar o desenvolvimento de cataratas. - Basta tornar a aplicar o protetor solar para ficar mais tempo exposto ao sol?
Não. Os protetores solares protegem somente durante um certo tempo, pelo que após esse tempo qualquer exposição é perigosa. - As pessoas de pele clara e cabelo ruivo são particularmente sensíveis à radiação UV?
Sim, as pessoas de pele clara e cabelo ruivo constituem o grupo mais sensível da população à radiação UV. - O bronzeado protege-te de um “escaldão” adicional?
Não. O bronzeado é já uma reacção à exposição à radiação UV e só protegerá parcialmente a pele bronzeada. - Os efeitos negativos dos “escaldões” são cumulativos?
Sim. A capacidade do corpo humano para se proteger e reparar os danos induzidos pela radiação UV decresce ao longo da vida. - O sol no Inverno e na Primavera é perigoso?
Sim. A intensidade da radiação UV depende também da latitude, altitude e reflexão na superfície como a neve. - As crianças deverão ser especialmente protegidas?
Sim. Devido à grande sensibilidade da sua pele e dos efeitos cumulativos das queimaduras solares, as crianças constituem um grupo de risco que deve ser protegido. - A reflexão da radiação UV pela areia e pela água deve ser tomada em conta?
Sim. As direcções dos raios do sol e da radiação difusa são igualmente importantes para a exposição após reflexão no solo. - É necessário estar ao sol para absorver a vitamina D produzida pela radiação UV?
Não. O tempo de exposição necessário à produção da vitamina D é tão pequeno, que não é necessário tomar banho de sol para a sua absorção. - Quanto mais pequena for a sombra, mais facilmente se apanha uma queimadura solar?
Sim. Quando a nossa sombra é pequena, a elevação do sol é maior e a radiação UV é mais intensa. - Pode apanhar-se um “escaldão” dentro de água?
Sim. A água atenua a radiação UV mas pode apanhar-se facilmente um “escaldão” enquanto se nada. - Quanto maior for a altitude mais facilmente se queima a pele?
Sim. Quanto mais elevada for a altitude menor é a atenuação da radiação UV pela atmosfera.
HOJE
CONTINENTE | ARQ. AÇORES | ARQ. MADEIRA
CUIDADOS A TER:
Exposição ao sol
No início do século XX descobriu-se que a exposição à luz solar era um preventivo do raquitismo e mesmo a sua possível cura. Mas, se pequenas quantidades de UV são benéficas e essenciais na produção da vitamina D3 a exposição humana à radiação solar poderá ter efeitos graves sobre a saúde, nomeadamente para a pele, como o como cancro e o foto-envelhecimento, para os olhos, como o aparecimento de cataratas, de pterigium e do carcinoma espinocelular da conjuntiva e para o sistema imunológico.
O tempo de formação para o eritema (queimadura solar) é o tempo máximo de exposição ao sol com a pele desprotegida e sem que se tenha dado o eritema. O tempo de formação para o eritema pode ser calculado, para cada tipo de pele, a partir do Índice UV e o valor de 1MED para cada tipo de pele.
O "vermelhão" (mais frequentemente conhecido como “escaldão”), resultante da exposição ao sol, torna-se visível após algumas horas, ocorrendo o eritema nas 3 a 5 horas após a exposição à radiação ultravioleta, alcançando um máximo entre 8 a 24 horas e desvanecendo ao longo de 3 dias. A vasodilatação dos capilares das áreas expostas inicia-se antes do eritema se tornar visível e isto ocorre da mesma forma para as crianças, jovens, adultos e idosos. Alterações benignas dos melanocitos podem também ocorrer como resultantes de uma sobre-exposição ao UV durante a infância ou a adolescência. Diferente do eritema é o bronzeado, quando a pele é exposta à radiação ultravioleta podem distinguir-se duas reações ao bronzeado. Uma diz respeito à absorção imediata da radiação UV pela melanina presente na pele, e que lhe confere um tom escuro que desvanece poucas horas após o fim da exposição, outra refere-se ao escurecimento da pele que requer cerca de 3 dias a desenvolver. Trata-se de um bronzeado mais persistente e resulta numa intensificação da produção de pigmentação. No primeiro caso a radiação mais efetiva é a radiação UVA, neste ultimo é a UVB. Um outro efeito da exposição ao UVB é o aumento da espessura da epiderme a qual irá contribuir para a atenuação da radiação UV que penetra nas camadas mais profundos da pele. Uma exposição moderada à radiação UVB mantém a capacidade da pele tolerar novas exposições.
Proteção dos olhos
Ao contrário da pele humana que parcialmente se adapta à radiação UV (espessura e bronzeado), o olho humano não possui quaisquer mecanismos de adaptação. Como doenças dos olhos, a nível externo, temos principalmente a fotoqueratite e a fotocunjuntivite que podem ocorrer entre 0,5 e 24 horas após uma exposição prolongada a uma radiação solar intensa, muitas vezes em ambientes altamente refletores, de que é exemplo o caso da "cegueira da neve". Também o pterigium é uma doença degenerativa que afeta a parte externa dos olhos. Estudos diversos indicam também ser a radiação UV um fator de risco no desenvolvimento da catarata humana a qual resulta do aumento da opacidade da lente do olho. A radiação UV induz a supressão do sistema imunológico favorecendo a progressão de infeções originadas por vírus, bactérias e fungos.
Os olhos deverão ser protegidos por óculos de sol contendo filtros UVA e UVB. De acordo com a diretiva C. E. 89/686/CEE, os fabricantes deverão indicar a categoria de proteção das lentes para a luz visível e ultravioleta. Para uso geral recomenda-se a categoria 3, enquanto que para atividades de alto risco como o montanhismo ou os desportos náuticos se recomenda a categoria 4. Por outro lado, devido à exposição lateral, recomenda-se usar proteções laterais nos óculos. Esta recomendação é especialmente importante para as crianças pois a transmitância da radiação UV através dos olhos é mais elevada para criança do que para o adulto - a retina da criança é menos protegida. Assim, deverão usar-se óculos de sol que possuam filtros de proteção UV.
Proteção da pele
A melhor proteção para a pele é o uso de roupa (camisola, calças, chapéu) adequada. A roupa transparente à radiação UV deverá existir no mercado devidamente identificada como tal. As zonas da pele não cobertas por roupa deverão ser protegidas com um protetor solar contendo filtros de UVA e UVB. Durante as primeiras exposições ao sol recomenda-se o uso de um Fator de Proteção Solar (FPS ou SPF) de cerca de 30.
Deverão existir cuidados especiais com bebés e crianças. É importante notar que o efeito do protetor solar depende não somente da sua qualidade mas também da sua correta aplicação. O protetor solar deverá ser aplicado de acordo com as instruções do fabricante. Um protetor solar com FPS de pelo menos 15 deverá ser generosamente aplicado de 2 em 2 horas para ter efeito protetor. Deverá também ser aplicado antes da exposição ao sol bem como após o banho de mar ou piscina. Se os protetores solares forem corretamente usados eles poderão constituir uma proteção para o eritema, cancro e fotoenvelhecimento.
No início do século XX descobriu-se que a exposição à luz solar era um preventivo do raquitismo e mesmo a sua possível cura. Mas, se pequenas quantidades de UV são benéficas e essenciais na produção da vitamina D3 a exposição humana à radiação solar poderá ter efeitos graves sobre a saúde, nomeadamente para a pele, como o como cancro e o foto-envelhecimento, para os olhos, como o aparecimento de cataratas, de pterigium e do carcinoma espinocelular da conjuntiva e para o sistema imunológico.
O tempo de formação para o eritema (queimadura solar) é o tempo máximo de exposição ao sol com a pele desprotegida e sem que se tenha dado o eritema. O tempo de formação para o eritema pode ser calculado, para cada tipo de pele, a partir do Índice UV e o valor de 1MED para cada tipo de pele.
O "vermelhão" (mais frequentemente conhecido como “escaldão”), resultante da exposição ao sol, torna-se visível após algumas horas, ocorrendo o eritema nas 3 a 5 horas após a exposição à radiação ultravioleta, alcançando um máximo entre 8 a 24 horas e desvanecendo ao longo de 3 dias. A vasodilatação dos capilares das áreas expostas inicia-se antes do eritema se tornar visível e isto ocorre da mesma forma para as crianças, jovens, adultos e idosos. Alterações benignas dos melanocitos podem também ocorrer como resultantes de uma sobre-exposição ao UV durante a infância ou a adolescência. Diferente do eritema é o bronzeado, quando a pele é exposta à radiação ultravioleta podem distinguir-se duas reações ao bronzeado. Uma diz respeito à absorção imediata da radiação UV pela melanina presente na pele, e que lhe confere um tom escuro que desvanece poucas horas após o fim da exposição, outra refere-se ao escurecimento da pele que requer cerca de 3 dias a desenvolver. Trata-se de um bronzeado mais persistente e resulta numa intensificação da produção de pigmentação. No primeiro caso a radiação mais efetiva é a radiação UVA, neste ultimo é a UVB. Um outro efeito da exposição ao UVB é o aumento da espessura da epiderme a qual irá contribuir para a atenuação da radiação UV que penetra nas camadas mais profundos da pele. Uma exposição moderada à radiação UVB mantém a capacidade da pele tolerar novas exposições.
Proteção dos olhos
Ao contrário da pele humana que parcialmente se adapta à radiação UV (espessura e bronzeado), o olho humano não possui quaisquer mecanismos de adaptação. Como doenças dos olhos, a nível externo, temos principalmente a fotoqueratite e a fotocunjuntivite que podem ocorrer entre 0,5 e 24 horas após uma exposição prolongada a uma radiação solar intensa, muitas vezes em ambientes altamente refletores, de que é exemplo o caso da "cegueira da neve". Também o pterigium é uma doença degenerativa que afeta a parte externa dos olhos. Estudos diversos indicam também ser a radiação UV um fator de risco no desenvolvimento da catarata humana a qual resulta do aumento da opacidade da lente do olho. A radiação UV induz a supressão do sistema imunológico favorecendo a progressão de infeções originadas por vírus, bactérias e fungos.
Os olhos deverão ser protegidos por óculos de sol contendo filtros UVA e UVB. De acordo com a diretiva C. E. 89/686/CEE, os fabricantes deverão indicar a categoria de proteção das lentes para a luz visível e ultravioleta. Para uso geral recomenda-se a categoria 3, enquanto que para atividades de alto risco como o montanhismo ou os desportos náuticos se recomenda a categoria 4. Por outro lado, devido à exposição lateral, recomenda-se usar proteções laterais nos óculos. Esta recomendação é especialmente importante para as crianças pois a transmitância da radiação UV através dos olhos é mais elevada para criança do que para o adulto - a retina da criança é menos protegida. Assim, deverão usar-se óculos de sol que possuam filtros de proteção UV.
Proteção da pele
A melhor proteção para a pele é o uso de roupa (camisola, calças, chapéu) adequada. A roupa transparente à radiação UV deverá existir no mercado devidamente identificada como tal. As zonas da pele não cobertas por roupa deverão ser protegidas com um protetor solar contendo filtros de UVA e UVB. Durante as primeiras exposições ao sol recomenda-se o uso de um Fator de Proteção Solar (FPS ou SPF) de cerca de 30.
Deverão existir cuidados especiais com bebés e crianças. É importante notar que o efeito do protetor solar depende não somente da sua qualidade mas também da sua correta aplicação. O protetor solar deverá ser aplicado de acordo com as instruções do fabricante. Um protetor solar com FPS de pelo menos 15 deverá ser generosamente aplicado de 2 em 2 horas para ter efeito protetor. Deverá também ser aplicado antes da exposição ao sol bem como após o banho de mar ou piscina. Se os protetores solares forem corretamente usados eles poderão constituir uma proteção para o eritema, cancro e fotoenvelhecimento.
Existe um guia para aplicação das medidas de proteção para diferentes valores do Índice UV e para uma pele de tipo sensível ( pele tipo I e bebés) e para uma pele tipo III, mais tolerante. Este guia é apenas um exemplo de uma forma simples de como o público pode ser sensibilizado e informado.
Para além do tipo de pele, possíveis reações cutâneas ou oculares podem modificar a eficiência das medidas de proteção. Tais reações de fotossenssitividade poderão ser devidas a um certo número de agentes internos ou externos. Alguns medicamentos, tais como psoralens, porphyrins, coal tar, antibióticos ou diversos tipos de agentes inflamatórios, produtos antimicrobióticos, fragrâncias, plantas, etc., podem causar eritema mesmo para baixas doses de UV.
Como escolher e o usar o Protetor Solar
Os protetores solares atenuam a transmissão da radiação UV na pele. O fator de proteção solar (apresentado pelos protetores solares existentes no mercado) é determinado com base na razão entre as quantidades de radiação UV necessárias para que ocorra a queimadura solar, com protetor solar e sem protetor solar. É importante saber que este efeito de proteção não aumenta linearmente com o FPS. Por exemplo, um FPS de 10 reduz em cerca de 90% a radiação UVB, um FPS de 20 em cerca 95% e um FPS de 30 reduzirá adicionalmente apenas um pouco mais.
Tendo em atenção os danos causados pela radiação UVA recomenda-se a verificação da existência de filtros UVA no produto: por ainda não existir um método padrão para a avaliação dos filtros da radiação UVA nos protetores solares, quando o produto possui filtro para a radiação UVA, tal é referido na embalagem do produto. Em todos os casos, o protetor solar não deverá ser usado para prolongar o tempo de exposição, mas sim limitar os danos resultantes da exposição ao sol. É esta a razão pela qual os protetores solares se aplicam em zonas não cobertas pela roupa, especialmente em áreas sensíveis como o nariz, o pescoço, os ombros, no peito dos pés, etc.. Para a escolha do protetor solar mais apropriado, existe indicação dos valores de FPS de acordo com os diferentes tipos de pele e valores do Índice UV.
Para além do tipo de pele, possíveis reações cutâneas ou oculares podem modificar a eficiência das medidas de proteção. Tais reações de fotossenssitividade poderão ser devidas a um certo número de agentes internos ou externos. Alguns medicamentos, tais como psoralens, porphyrins, coal tar, antibióticos ou diversos tipos de agentes inflamatórios, produtos antimicrobióticos, fragrâncias, plantas, etc., podem causar eritema mesmo para baixas doses de UV.
Como escolher e o usar o Protetor Solar
Os protetores solares atenuam a transmissão da radiação UV na pele. O fator de proteção solar (apresentado pelos protetores solares existentes no mercado) é determinado com base na razão entre as quantidades de radiação UV necessárias para que ocorra a queimadura solar, com protetor solar e sem protetor solar. É importante saber que este efeito de proteção não aumenta linearmente com o FPS. Por exemplo, um FPS de 10 reduz em cerca de 90% a radiação UVB, um FPS de 20 em cerca 95% e um FPS de 30 reduzirá adicionalmente apenas um pouco mais.
Tendo em atenção os danos causados pela radiação UVA recomenda-se a verificação da existência de filtros UVA no produto: por ainda não existir um método padrão para a avaliação dos filtros da radiação UVA nos protetores solares, quando o produto possui filtro para a radiação UVA, tal é referido na embalagem do produto. Em todos os casos, o protetor solar não deverá ser usado para prolongar o tempo de exposição, mas sim limitar os danos resultantes da exposição ao sol. É esta a razão pela qual os protetores solares se aplicam em zonas não cobertas pela roupa, especialmente em áreas sensíveis como o nariz, o pescoço, os ombros, no peito dos pés, etc.. Para a escolha do protetor solar mais apropriado, existe indicação dos valores de FPS de acordo com os diferentes tipos de pele e valores do Índice UV.
| Fatores de Proteção Solar recomendados para diferentes tipos de pele e de Índice UV | ||||
| Índice UltraVioleta | Tipos de pele | |||
|---|---|---|---|---|
| I | II | III | IV | |
| 1 a 3 | 15 | 12 | 9 | 6 |
| 4 a 6 | 30 | 25 | 15 | 12 |
| 7 a 9 | 50 | 40 | 30 | 20 |
| superior a 10 | 60 | 50 | 40 | 30 |
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Em TÁBUA visita...
CAPELA DO SENHOR DOS MILAGRES
Nesta Igreja setecentista destaca-se, na porta principal, a decoração com pilastras e misulas simuladas, encimada por um óculo quadrilobado. Sobressaí também o alto corpo de forma octogonal e outro de forma rectangular onde se situa a capela-mor e a sacristia.
CASA DA FAMÍLIA CAEIRO DA MATA
Esta casa, datada de 1743 e situada em frente aos Paços do Concelho, encontra-se em bom estado de conservação. Destaque para as duas escadas da fachada e as típicas janelas rectangulares.
MARCO DO MILÉNIO - ESPARIZ
Este marco em mármore pretende assinalar a passagem para o segundo milénio.
ESCULTURA DO ESCUDO DA VILA
Este escudo da Vila de Tábua, localizado no centro da rotunda da vila, é feito em bronze e está colocado em torno de um cubo.
IGREJA MATRIZ DE MIDÕES
Esta Igreja, datada do século XIX, foi erigida em honra de Nossa Senhora do Pranto ou das Neves.
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