quarta-feira, 20 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
Peptídeo da felicidade pode levar a antidepressivo que funcione
Pílula da felicidade
O que nos faz felizes? Família? Dinheiro? Amor?
E o que dizer de um peptídeo?
Cientistas da Universidade da Califórnia (EUA) descobriram que, uma vez instalada a felicidade, aumenta fortemente a liberação de um neurotransmissor no cérebro.
Esse "peptídeo da felicidade" tem o infeliz nome de hipocretina.
Nesta era dos medicamentos, em que parece ser mais fácil tomar uma pílula do que procurar a felicidade real, os pesquisadores já estão pensando em criar uma "pílula da felicidade".
Segundo eles, sua descoberta sugere que aumentar a concentração de hipocretina no cérebro pode melhorar o humor e o estado de alerta, abrindo o caminho para tratamentos para problemas psiquiátricos como a depressão.
Pílula do sono
Além disso, o estudo mediu pela primeira vez a liberação de um outro peptídeo, chamado hormônio concentrador de melanina, ou HCM.
Os pesquisadores descobriram que a liberação do HCM é mínima na vigília, mas aumenta grandemente quando dormimos, o que sugere que este peptídeo desempenha um papel chave no sono - eventualmente levando ao desenvolvimento de novas pílulas para dormir.
Apesar do uso crescente dos antidepressivos, tem havido cada vez mais questionamento sobre sua eficácia, que não parece ser maior do que os resultados obtidos com placebos.
Os pesquisadores justificam sua pesquisa afirmando que os antidepressivos atuais - como os SSRIs (inibidores seletivos da recaptação da serotonina, na sigla em inglês) - não são baseados em qualquer evidência de deficiência ou excesso de qualquer neurotransmissor.
Assim, seus resultados ofereceriam bases mais sólidas para o desenvolvimento de antidepressivos que realmente funcionem.
O estudo, coordenado pelo professor Jerome Siegel, foi publicado na revista Nature Communications.
FONTE:http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=pilula-felicidade-antidepressivo&id=8658
Nanopartículas com veneno de abelha destroem HIV
Gel anti-HIV
Nanopartículas carregadas com uma toxina encontrada no veneno das abelhas conseguiram destruir o HIV (vírus da imunodeficiência humana) sem danificar as células saudáveis ao redor.
A descoberta foi feita por Joshua Hood e equipe da Universidade de Washington (EUA).
Segundo ele, a técnica é um passo importante rumo ao desenvolvimento de um gel vaginal que possa evitar a transmissão do HIV, o vírus que causa a AIDS.
"Nossa esperança é que, em lugares onde o HIV está sendo transmitido rapidamente, as pessoas possam usar este gel como uma medida preventiva para impedir a infecção inicial," disse ele.
Melitina
O veneno das abelhas contém uma potente toxina, chamada melitina, que está sendo pesquisada para combater alergias e até câncer.
A melitina perfura o envelope protetor do HIV e de outros vírus.
Mas ela também pode danificar rapidamente as células saudáveis, o que explica sua categoria de toxina.
Os pesquisadores então anexaram a toxina a nanopartículas que, apesar de microscópicas, são muito maiores do que a própria molécula de melitina.
Quando as nanopartículas entram em contato com células normais, elas simplesmente rebatem de volta, como se fossem uma bola.
O HIV, por outro lado, é muito menor do que as nanopartículas, encaixando-se entre elas, justamente nos vãos onde estão as moléculas de melitina.
"A melitina sobre as nanopartículas funde-se com o envelope viral," diz Hood. "A melitina forma pequenos complexos de ataque parecidos com poros, e rompe o envelope, destruindo o vírus."
Veneno para outros vírus
O enfoque parece mais promissor do que as estratégias usadas até agora, que tentam inibir a capacidade do vírus em se replicar - já se sabe que algumas cepas do vírus encontram maneiras de criar resistência e continuar se replicando.
"Estamos atacando uma propriedade física do HIV," diz o pesquisador. "Teoricamente, não há qualquer maneira para que o vírus se adapte a isso. O vírus tem que ter um casaco protetor, uma membrana de duas camadas, que abrange o vírus inteiro".
Como a melitina ataca as duas camadas de membranas indiscriminadamente, este conceito não se limita ao HIV.
Muitos vírus, como aqueles das hepatites B e C, contam com a mesma espécie de envelope protetor, podendo ser vulneráveis às nanopartículas carregadas com a toxina do veneno de abelha.
FONTE: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=nanoparticulas-veneno-abelha-destroem-hiv&id=8657&nl=nlds
quinta-feira, 14 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
sábado, 2 de março de 2013
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
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